O Vale da Sarvinda. Teve início em 2013. São 180 hectares onde parte ainda está no Parque Natural do Tejo Internacional. Tem aqui vinte projectos PRODER a acontecer. Uns quantos de estufas de cogumelos Shiitake, outros de plantações de amoreiras e outros referentes a um parque de campismo com edifícios construídos com materiais naturais. Ainda tenho muito para perceber mas reparei que de momento não há senhoras aqui. 15 homens e na maioria, pouco conversadores. O Tiago que está aqui a passar dois meses para construir mobiliário foi quem teve a amabilidade de me pôr a par e mostrar a propriedade. Também ele, foi trabalhar para Londres e parece levar a confecção do pão muito a sério. Pois usa fermento que fez e mantém vivo há um ano.
Inicialmente, os obreiros deste projecto passaram um inverno em tendas aqui. Agora já há sala, quartos, cozinha, duches, sanitários, casa para lenha, ferramentas, escritório, incontáveis painéis solares e mais. Os chafurdões do parque de campismo já está praticamente feitos, para pena minha.
O dia começou às 8 com a distribuição de tarefas e a minha apresentação (sou o único voluntário do momento). Fiquei a ajudar o Raul (que é daqui da zona mas tem sotaque de açoriano) com uma roçadeira a desbastar a erva da Horta 2.
O almoço foi vegetariano estava muito bom para meu espanto (pois não havia um toque feminino).
No final do dia já estava dorido. 16:30 é a hora de regressar. Parece que aqui vou ter mais tempo para mim, apesar de trabalhar mais horas. A Rita tinha razão.
Também me está a saber bem não ter o controlo germânico e a espiritualidade recente.
No duche até me assustei a olhar para o meu bíceps. Elá! Quem é este Hércules?
No final do dia já estava dorido. 16:30 é a hora de regressar. Parece que aqui vou ter mais tempo para mim, apesar de trabalhar mais horas. A Rita tinha razão.
Também me está a saber bem não ter o controlo germânico e a espiritualidade recente.
No duche até me assustei a olhar para o meu bíceps. Elá! Quem é este Hércules?
The Sarvinda's Valley . It began in 2013. 180 hectares which part is in the International Tagus Natural Park. They have here twenty PRODER projects happening. A few of Shiitake mushrooms greenhouses , other of mulberry plantations and other related to a camping site with buildings of natural materials. I still have a lot to see but I noticed that at the moment there are no ladies here. 15 men and mostly not big talkers. Tiago who is here for two months building furniture was who was kind enough to show me and introduce me the place. He also went to London for work and seems to take the making of bread very seriously. He uses yeast made by himself and keeps it alive already for a year.
Initially, the founders of this project spent a winter in tents here. Now there is already a living room, bedrooms, kitchen, showers, toilets, house for firewood, tools, office, countless solar panels and tmore. What a pity The buildings in the campsite are almost done.
The day started at 8 with the distribution of tasks and my presentation (I am the only volunteer at the time). I was helping Raul (which is from here but has Azorean accent) with a brush cutter to chop the grass in Garden 2.
Lunch was vegetarian and very good for my surprise (because was without a feminine touch).
At the end of the day I was already sore. 16:30 is the time to return. It seems that here I have more time for me, despite working longer hours. Rita was right.
Is also feeling good to not have the German control and the recent spirituality.
In the shower I even got scared looking to my biceps. Wow! Who is this Hercules?
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